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Cota racial no Brasil, o que é como funciona?

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Cota racial, muito se fala sobre esse tema na sociedade, como também, cotas nas escolas públicas, principalmente no contexto de ingresso nas universidades públicas. Principalmente neste artigo, Ele explicará o que são cotas raciais, como e por que são produzidas, e a história e os argumentos a favor e contra as cotas raciais.

O que são cotas raciais?

Podemos afirmar que as cotas raciais são realizadas em alguns países (como o Brasil) para reduzir as disparidades econômicas, sociais e educacionais entre diferentes grupos étnicos, ela amplia a possibilidade de todas as raças e etnias ter acesso a educação.

Essas ações afirmativas sobre cotas raciais, podem existir em diferentes meios de comunicação, mas sua compulsão é mais evidente no setor público por exemplo, ao ingressar em universidades, licitações e bancos.

As cotas raciais são uma medida de desigualdade em que um grupo racial é mais favorecido do que outros grupos raciais – oprimidos pela sociedade. Ao contrário do senso comum, as cotas raciais não se aplicam apenas aos negros.

Hoje em diversas, ou melhor várias universidades, é implantado as cotas para indígenas e seus descendentes para atender às necessidades educacionais dessas populações. Em alguns lugares, as cotas para pardos também são diferentes do contrário, estão incluídas nas cotas para negros.

Como que as cotas funcionam

Para utilizar a cota racial, as pessoas devem assinar uma cláusula se declarando negra, indígena ou parda, que se tornará uma garantia por escrito para o uso da política afirmativa. Às vezes, quando se trata de contratos públicos, a pessoa pode ser entrevistada. Por exemplo, a existência dessa entrevista causará desarmonia no que diz respeito às cotas raciais por ser subjetiva. Diz-se que quem quiser usar ilegalmente cotas raciais (como os brancos) pode ter jogos de influência, suborno e outras atitudes.

Por que as cotas raciais existem hoje

Alguém explicou as cotas raciais por meio do conceito da igualdade de Aristóteles. O filósofo grego Aristóteles criou uma teoria que inclui o tratamento da desigualdade para promover a igualdade efetiva. Se duas pessoas vivem em um ambiente desigual e têm que competir nas mesmas condições, então a desigualdade específica existirá por muito tempo. A ação afirmativa será uma forma de manter essas pessoas no mesmo nível de competição.

A desigualdade no Brasil envolve economia, sociedade, principalmente educação e oportunidades. Os negros e pardos representam 53,6% de toda a população brasileira e, embora sejam a maioria, estão em áreas consideradas importantes por poucos, como chefes de empresa e outros cargos sociais. Apenas 12% da população negra e 13% dos pardos possuem ensino superior. Entre os brancos, esse número é de 31%.

A diferença de escolaridade também se reflete na renda. De acordo com dados do IBGE de 2015, os salários das populações negra e parda equivalem a 59,2% dos brancos. Para mulheres negras: Segundo dados da PNAD de 2014, seus salários equivalem a 35% dos brancos. A desigualdade social entre negros e brancos se deve às diferenças de oportunidades. No entanto, essa questão está historicamente relacionada à escravidão.

Escravidão negra no Brasil

128 anos atrás, a princesa Isabel baniu a escravidão no Brasil. Esta é uma história que a maioria das pessoas conhece. No entanto, o processo de abolição da escravidão não é simples: por décadas, a propriedade da terra e os sistemas de produção de monocultura têm sido os principais sistemas financeiros e econômicos do Brasil, e levará tempo para encerrar completamente esse processo.

Na verdade, ainda existem muitos casos de trabalho semelhantes à escravidão no Brasil. Há 354 anos, o Brasil teve escravos negros. O censo realizado por D. Pedro II em 1872 é próximo ao ano da abolição (1888), com uma população estimada em 10 milhões, dos quais 15,24% são escravos.

Após a abolição da escravatura, a mesma população deixou de receber garantias do Estado e nenhuma ação de política pública em seu benefício. Em vez disso, foram expulsos da fazenda, onde havia um teto para as pessoas dormirem e se alimentarem em condições desumanas.

Portanto, naquela época era tudo mais difícil, o preconceito era muito grande.

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